quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Cordel que deixou Rede Globo e Pedro Bial indignados

                             BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL



Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.




Curtir o Pedro Bial

E sentir tanta alegria

É sinal de que você

O mau-gosto aprecia

Dá valor ao que é banal

É preguiçoso mental

E adora baixaria.



Há muito tempo não vejo

Um programa tão 'fuleiro'

Produzido pela Globo

Visando Ibope e dinheiro

Que além de alienar

Vai por certo atrofiar

A mente do brasileiro.



Me refiro ao brasileiro

Que está em formação

E precisa evoluir

Através da Educação

Mas se torna um refém

Iletrado, 'zé-ninguém'

Um escravo da ilusão.



Em frente à televisão

Longe da realidade

Onde a bobagem fervilha

Não sabendo essa gente

Desprovida e inocente

Desta enorme 'armadilha'.



Cuidado, Pedro Bial

Chega de esculhambação

Respeite o trabalhador

Dessa sofrida Nação

Deixe de chamar de heróis

Essas girls e esses boys

Que têm cara de bundão.



O seu pai e a sua mãe,

Querido Pedro Bial,

São verdadeiros heróis

E merecem nosso aval

Pois tiveram que lutar

Pra manter e te educar

Com esforço especial.



Muitos já se sentem mal

Com seu discurso vazio.

Pessoas inteligentes

Se enchem de calafrio

Porque quando você fala

A sua palavra é bala

A ferir o nosso brio.



Um país como Brasil

Carente de educação

Precisa de gente grande

Para dar boa lição

Mas você na rede Globo

Faz esse papel de bobo

Enganando a Nação.



Respeite, Pedro Bienal

Nosso povo brasileiro

Que acorda de madrugada

E trabalha o dia inteiro

Da muito duro, anda rouco

Paga impostos, ganha pouco:

Povo HERÓI, povo guerreiro.



Enquanto a sociedade

Neste momento atual

Se preocupa com a crise

Econômica e social



Você precisa entender

Que queremos aprender

Algo sério - não banal.



Esse programa da Globo

Vem nos mostrar sem engano

Que tudo que ali ocorre

Parece um zoológico humano

Onde impera a esperteza

A malandragem, a baixeza:

Um cenário sub-humano.



A moral e a inteligência

Não são mais valorizadas.

Os "heróis" protagonizam

Um mundo de palhaçadas

Sem critério e sem ética

Em que vaidade e estética

São muito mais que louvadas.



Não se vê força poética

Nem projeto educativo.

Um mar de vulgaridade

Já tornou-se imperativo.

O que se vê realmente

É um programa deprimente

Sem nenhum objetivo.



Talvez haja objetivo

"professor", Pedro Bial

O que vocês tão querendo

É injetar o banal

Deseducando o Brasil

Nesse Big Brother vil

De lavagem cerebral.



Isso é um desserviço

Mal exemplo à juventude

Que precisa de esperança

Educação e atitude

Porém a mediocridade

Unida à banalidade

Faz com que ninguém estude.



É grande o constrangimento

De pessoas confinadas

Num espaço luxuoso

Curtindo todas baladas:

Corpos "belos" na piscina

A gastar adrenalina:

Nesse mar de palhaçadas.



Se a intenção da Globo

É de nos "emburrecer"

Deixando o povo demente

Refém do seu poder:

Pois saiba que a exceção

(Amantes da educação)

Vai contestar a valer.



A você, Pedro Bial

Um mercador da ilusão

Junto a poderosa Globo

Que conduz nossa Nação

Eu lhe peço esse favor:

Reflita no seu labor

E escute seu coração.



E vocês caros irmãos

Que estão nessa cegueira

Não façam mais ligações

Apoiando essa besteira.

Não deem sua grana à Globo

Isso é papel de bobo:

Fujam dessa baboseira.



E quando chegar ao fim

Desse Big Brother vil

Que em nada contribui

Para o povo varonil

Ninguém vai sentir saudade:

Quem lucra é a sociedade

Do nosso querido Brasil.



E saiba, caro leitor

Que nós somos os culpados



Porque sai do nosso bolso

Esses milhões desejados

Que são ligações diárias

Bastante desnecessárias

Pra esses desocupados.



A loja do BBB

Vendendo só porcaria

Enganando muita gente

Que logo se contagia

Com tanta futilidade

Um mar de vulgaridade

Que nunca terá valia.



Chega de vulgaridade

E apelo sexual.

Não somos só futebol,

baixaria e carnaval.

Queremos Educação

E também evolução

No mundo espiritual.



Cadê a cidadania

Dos nossos educadores

Dos alunos, dos políticos

Poetas, trabalhadores?

Seremos sempre enganados

e vamos ficar calados

diante de enganadores?



Barreto termina assim

Alertando ao Bial:

Reveja logo esse equívoco

Reaja à força do mal.

Eleve o seu coração

Tomando uma decisão

Ou então: siga, animal.



domingo, 8 de janeiro de 2012

Na Rússia comemora-se o Natal de Cristo


Os ortodoxos crentes da Rússia comemoraram uma das mais importantes festas do ano eclesiástico – o triunfo do Natal de Cristo. As igrejas ortodoxas da Rússia, Sérvia, Geórgia e de Jerusalém, assim como a igreja do Santo Monte de Athos festejam o nascimento do Deus-Menino de acordo com o calendário antigo, – o calendário Juliano, – na noite de 6 para 7 de janeiro, isto é, duas semanas mais tarde do que os adeptos do ramo ocidental do cristianismo. O arcipreste Serguei Zvonariov, representante do Patriarcado de Moscou, está convencido de que isso encerra um sentido sacro especial.



A Igreja Ortodoxa Russa continua fiel ao Calendário Juliano, pois a igreja antiga e os primeiros cristãos utilizaram durante muitos séculos precisamente este calendário. Esta vida eclesiástica entrelaçava-se de forma mais estreita com as tradições eclesiásticas e com o próprio espírito de festejo de diversos eventos solenes da Igreja Russa. Por isso, para a nossa igreja é muito importante preservar as tradições do Calendário Juliano, pois outrora era precisamente este o calendário de todo o mundo civilizado.



A festa de Natal, esperada com impaciência tanto por adultos, como por crianças, é precedida por chamado sochelnik, isto é, Véspera do Natal. É tempo de jejum especial e de orações, – prossegue o sacerdote ortodoxo.



A palavra russa sochelnik vem de sochivo, – isto é, prato ritual feito de grãos cozidos de trigo ou de arroz. Via de regra, este prato é feito nos dias de recordação dos mártires ou cristãos falecidos. O fato de que o sochivo é servido na véspera do Natal é perfeitamente natural, pois o Cristo nasceu e chegou a esta terra para morrer na cruz, sofrendo tormentos e suplícios e para salvar desta maneira o gênero humano do pecado da maldição e da morte. E este prato especial faz lembrar a todos os cristãos o que é que o Cristo-Deus tinha feito na Terra.



É habito decorar nos dias de Natal a casa com ramos de abeto e fazer numerosos pratos gostosos, pois o longo jejum eclesiástico termina juntamente com a festa de vinda do Deus-Homem à luz. A propósito, a mesa de Natal é decorada de uma maneira especial. Debaixo da toalha de mesa põe-se um pouco de feno ou de palha – é uma recordação da manjedoura do pequeno Jesus.



Quanto ao próprio Natal, os crentes preferem festejá-lo nos templos. O Patriarca de Moscou e de toda a Rússia Kirill celebrou na noite de 6 para 7 de janeiro a missa festiva na catedral principal do país – o templo do Cristo Salvador, em Moscou. Como é de praxe, a esta missa assistiram milhares de pessoas.



Na Rússia, onde a ortodoxia cristã tem o maior número de adeptos, o Natal é comemorado habitualmente num ambiente familiar e tranqüilo, no lar. Em compensação, a seguir vem uma época de divertimentos alegres, uma parte da qual corresponde a férias de Natal. Uma lenda antiga reza que a partir do momento em que a Estrela de Belém, – o prenúncio do nascimento do menino Jesus, – brilhou sobre o mundo, começa a época de dias santos, chamados “sviatki”. Na Rússia Antiga os crentes não somente vestiam nestes dias trajes mais incomuns e visitavam um a outro, mas também pensavam em desejos para o futuro e praticavam ritos mágicos e adivinhações. Algumas destas tradições chegaram aos nossos dias. Mas a Igreja Russa adverte tradicionalmente que um ortodoxo não deve entregar-se à alegria demasiada nos dias de “sviatki” e praticar os cultos pagãos. “Sviatki” são, em primeiro lugar, uma época de boas ações e de vida cristã, – diz o padre Serguei.



Existem numerosas tradições populares de interpretação desta festa. Por exemplo, está viva até hoje a tradição de glorificar o Crista no contexto dos festejos do Natal, existem hinos do Natal. São ritos que nós apoiamos, pois eles revelam o sentido da festa. Todas as demais tradições, existentes no seio do povo, não têm nada a ver com o cristianismo e estão arraigadas no paganismo. Os crentes devem renunciar a estas tradições. Os crentes devem dedicar os “Sviatki”, isto é, Dias Santos, a orações, à santidade e a boas ações.



O sacerdote ortodoxo assevera que para tornar a época de Sviatki realmente santa é preciso adotar uma atitude realmente cristã em relação a todos os necessitados e desafortunados e o cuidar não somente dos parentes e próximos mas também de pessoas desconhecidas. O padre fez lembrar que a época de “Sviatki” prolonga-se por doze dias, até a festa do Batismo do Cristo, que a Igreja Russa comemora a 19 de janeiro.

Fonte: Voz da Russia


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Jerusalém: cristãos locais podem estar quase extintos em 30 anos

Os cristãos são hoje minoria na cidade sagrada para as três grandes religiões monoteístas do mundo (cristianismo, judaísmo e islamismo). Dos cerca de 800 mil habitantes, a cidade conta com apenas 14,6 mil moradores cristãos. É o que demonstrou esta semana um relatório preparado pelo Instituto para Estudos de Israel de Jerusalém. O estudo, intitulado "Cristãos e Cristianismo em Jerusalém", mostra que no final do mandato britânico na Terra Santa, em 1946, os cristãos representavam 19% da população total da cidade. Hoje são apenas 1,9%, e podem dimuir ainda mais nas próximas décadas.



"A maior razão para a queda no número de cristãos nos últimos 65 anos é o resultado da guerra de 1948, quando não só os britânicos e a maioria dos cristãos europeus que moravam na cidade se retiraram, mas também um número significativo de residentes árabes cristãos", explica o israelense Amnon Ramon, responsável pelo estudo. Quando houve o confronto entre entre judeus israelenses e árabes muçulmanos palestinos, muitos cristãos decidiram deixar a cidade.



Depois, com o fim da guerra dos Seis Dias, em 1967, o número começou a se estabilizar, mas se manteve baixo. Em setembro daquele ano havia 12,9 mil cristãos. Em 1988, o número chegou a 14,4 mil, próximo à cifra atual. A porcentagem de adeptos do cristianismo em relação ao total da população diminuiu de 2,9% em 1988, para 1,9%, no fim de 2010. Amnon explica que o resultado se deve à baixa taxa de natalidade entre cristãos e a ausência de imigração cristã para Jerusalém. "Tememos que em 20 ou 30 anos quase não haja cristãos locais (nascidos de famílias de Jerusalém)", alerta.



A grande maioria hoje ainda é composta por árabes. De acordo com o Departamento de Estatísticas de Israel, até o fim de 2010, do total de cristãos havia 11.576 árabes e 3.029 de não árabes. O segundo grupo é formado principalmente por imigrantes da ex-União Soviética, refugiados de origem sudanesa e eritreia, habitantes de origem armênia, trabalhadores estrangeiros.



A alemã Meike Schmidt, 29 anos, vive há quatro anos em Jerusalém e trabalha em uma organização religiosa na cidade antiga. "A grande diferença de ser cristão em Jerusalém é não vermos nossas tradições e costumes à nossa volta, como em outros países - a menos que você viva dentro da cidade antiga, no bairro cristão", conta. Meike, porém, não sente atrito entre as distintas comunidades religiosas, porque considera que seus adeptos vivem separados, cada um "para seu lado, observando seu estilo de vida".



Apesar do baixo número de moradores cristãos em Jerusalém, o relatório indica que a presença do cristianismo na cidade ainda é "fisicamente proeminente" e se faz notar pelo grande número de turistas cristãos e pelas construções arquitetônicas espalhadas pela cidade - igrejas, monastérios, hospitais e escolas. Uma pesquisa do ano 2000 citada pelo informe recorda que há 117 instituições cristãs na Cidade Antiga e no Monte Sion; dentre elas, 20 são orgãos educacionais. No turismo, entretanto, os cristãos são maioria. Em 2010, 66% dos turistas se identificaram como cristãos e 30%, judeus.



Amnon é praticante do judaísmo e tenta chamar a atenção dos israelenses sobre a contribuição dos cristãos para a paisagem da cidade. "Trata-se de um grupo importante e sua presença colabora para o cenário de tolerância religiosa e democracia no país, além da economia", alerta. O especialista reconhece que a vida dos cristãos no Oriente Médio não tem sido fácil e exemplifica o aumento de setores radicais do Islã, que tratam não-muçulmanos como cidadãos de segunda classe ou com violência - como ocorreu no Egito, Gaza, Síria e Iraque. Amnon preocupa-se ainda com judeus ultra-ortodoxos que procuram impor regras para que Israel tenha caráter mais religioso e menos democrático.



"O Cristianismo foi o alto-falante que espalhou o caráter sagrado de Jerusalém ao redor do mundo e a tornou uma 'cidade global'", ressalta Amon, que também ensina Religião Comparada na Universidade Hebreia de Jerusalém. "O desaparecimento das comunidades cristãs e as igrejas do panorama da cidade e de seu subúrbio seria um golpe severo ao charme da cidade e ao seu caráter especial, sem paralelos no mundo", conclui o pesquisador.


Fonte: Terra

domingo, 1 de janeiro de 2012

Judeus usam símbolo do Holocausto em protesto

Grupo religioso reclama de suposta agressividade por parte da imprensa às suas ideias



Judeus ultraortodoxos usaram em um protesto estrelas amarelas, símbolo que os judeus foram obrigados a carregar durante o regime nazista, e provocaram indignação em Israel na noite de sábado.




"Condeno da forma mais enérgica este fenômeno de utilização dos símbolos do Holocausto. É inaceitável. Isto prejudica a recordação do Holocausto e os valores fundamentais do judaísmo", declarou Avner Shalev, diretor do Memorial Yad Vashem, dedicado ao estudo e memória do genocídio cometido pelos nazistas.



Centenas de judeus ultraortodoxos protestaram no bairro Mea Shearim, em Jerusalém, contra os meios de comunicação que, segundo eles, são hostis a suas ideias.



Neste domingo, todos os jornais israelenses publicam fotos dos manifestantes, incluindo crianças, com a estrela amarela sobre o uniforme listrado dos deportados para os campos de extermínio nazistas.



"Nós devemos reagir a esta grosseira provocação rompendo as muralhas do gueto que isola os Haridim (literalmente os que 'Temem a Deus') por meio da educação e formação", escreveu Nahum Barnea, principal articulista do Yediot Aharonot, o principal jornal do país.



"Mas também devemos fixar os limites, reduzindo os subsídios públicos aos institutos talmúdicos e as subvenções familiares", completou, em referência às famílias ortodoxas que não trabalham para dedicar-se ao estudo da Torá.



Shalom Yerushalmi, do jornal Maariv, também indignado com a manifestação de sábado, afirmou que "nunca antes a luta entre laicos e religiosos havia sido tão degradada".


Fonte: BAND.com
 http://www.band.com.br/noticias/mundo/noticia/?id=100000477381

domingo, 25 de dezembro de 2011

Congregação Cristã no Brasil pregando o Evangelho?

Esse vídeo contradiz tudo aquilo que é lugar comum a respeito da CCB no quesito evangelismo. Mas será que essa é uma prática agora adotada pela denominação ou é uma atitude isolada desse grupo de irmãos? Ainda não podemos responder, mas como nesses últimos tempos novos ventos têm soprado na denominação (não sem uma dose de escândalos) acredito que isso aproxima mais essa denominação tão controversa das demais igrejas evangélicas.




sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Irmã da Congregação Cristã no Brasil Estuda Teologia em Faculdade Teológica

Ao fazer um trabalho na faculdade de Teologia, qual não foi minha surpresa ao me deparar com essa irmã orando com o véu na cabeça. Ao indagar a uma pessoa sobre o ocorrido fui informado de que a mesma era membro da Congregação Cristã no Brasil. Fiquei intrigado com o fato, pois é notório o desprezo, e até mesmo repúdio, com que essa igreja trata o ensino teológico. Sinais dos tempos ou rebeldia dessa mulher? Só o tempo dirá.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Lista de Denominações Cristãs

Lista de denominações cristãs (ou denominações que se identificam como cristãs), ordenadas por relacionamentos históricos, doutrinários e cronológicos.



Catolicismo

A Igreja Católica Apostólica Romana é constituída por 23 Igrejas particulares sui juris. Estas Igrejas autónomas (chamadas também de "Ritos", como por exemplo no documento do Concílio do Vaticano II Orientalium Ecclesiarum, 2) empregam vários ritos litúrgicos para prestar culto a Deus. São 14 as Igrejas particulares católicas sui juris que usam o único rito litúrgico bizantino; por outro lado a única Igreja particular Latina usa vários ritos litúrgicos (Romano, Ambrosiano, Bracarense etc.).



Rito latino

Igreja Católica de Rito Latino

Ritos orientais

Igreja Católica Bizantina Albanesa

Igreja Católica Ítalo-Albanesa

Igreja Católica Bizantina Bielorrussa

Igreja Católica Búlgara

Igreja Católica Bizantina Eslovaca

Igreja Católica Bizantina Georgiana

Igreja Católica Bizantina Grega

Igreja Católica Bizantina Húngara

Igreja Greco-Católica Melquita

Igreja Greco-Católica Romena unida com Roma

Igreja Católica Bizantina Russa

Igreja Católica Bizantina Rutena

Igreja Católica Bizantina Sérvia

Igreja Greco-Católica Ucraniana

Igreja Maronita

Igreja Católica Siro-Malancar

Igreja Católica Síria

Igreja Caldeia

Igreja Católica Siro-Malabar

Igreja Católica Arménia

Igreja Católica Copta

Igreja Católica Etíope

Catolicismo Independente (Igrejas Latinas que não aceitam o primado do bispo de Roma)

Antiga Igreja Católica

Igreja Católica Apostólica Brasileira

Igreja Episcopal Latina do Brasil

Igreja Católica Liberal

Igreja Anglicana do Brasil

Anglicanismo (Se auto-define como uma subdivisão católica, mantendo uma perfeita e válida continuidade com o catolicismo)

Nestorianismo

Igreja Assíria do Oriente

Ortodoxia

Igreja Ortodoxa

Igrejas não-Calcedonianas

Igreja Apostólica Armênia

Igreja Ortodoxa Copta

Igreja Ortodoxa Síria

Igreja Ortodoxa Tewahido da Etiópia

Igreja Ortodoxa Tewahido da Eritreia

Igreja Ortodoxa Indiana

Protestantismo

Protestantismo histórico

Anglicanismo (Se auto-define também como uma subdivisão protestante, já que foi moldado por alguns dos princípios doutrinários e institucionais da Reforma Protestante do século XVI)

Calvinismo

Presbiterianos

Reformados

Congregacionalistas

Luteranos

Protestantismo tardio

Adventistas

Adventistas Sabatinos

Adventistas Dominicais

Anabatistas

Batistas

Metodistas

Pentecostais

Deuteropentecostais

Neopentecostais

Restauracionismo

Adventistas

Mórmons

Testemunhas de Jeová

Antitrinitarismo

Cristadelfianos

Mórmons

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Comunidade de Cristo

Igreja de Jesus Cristo (Bickertonita)

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Strangita)

Pentecostais do Nome de Jesus

Testemunhas de Jeová

Unitarianos

Arianistas

Modalistas

Monarquianistas

Patripassianistas

Servetistas

Socianistas

Testemunhas de Jeová

Cristianismo Esotérico

Fraternidade Rosacruz (Max Heindel)

Fraternidade Rosacruciana São Paulo

Fraternitas Rosicruciana Antiqua

Outros

Molokans

Sociedade Religiosa dos Amigos

Mensagem de William Branham

Fonte: Wikipedia

domingo, 3 de abril de 2011

Comer, Rezar e Amar

É com grande satisfação que publico esse texto, escrito pelo Pe. Mateus, homem de grande conhecimento bíblico-teológico e de história da Igreja. Padre Ortodoxo, Pároco da Paróquia São Mateus (Recife-PE), Vigário Geral do Brasil da Igreja Ortodoxa na América, Arcebispado do Equador, América Central e Sul. Apesar de todos esses títulos (ele não me informou nenhum, eu que pesquisei na rede) ele é um homem simples, desprovido de qualquer afetação. É daqueles que ficamos a "prosear" por horas sem cansar. Um misto de espiritualidade ortodoxa e lhaneza "matuta" (no melhor sentido que essa palavra pode ter). Esse é o Pe. Mateus (Antonio Eça). Espero que essa seja apenas a primeira das muitas contribuições dele para  o Crer é Também Pensar. Agora leiam o artigo e deleitem-se.

Sinopse

Um dos últimos grandes sucessos do cinema é o filme Comer , Rezar e Amar, protagonizado de forma brilhante pela já consagrada atriz, Julia Roberts. O filme é baseado no livro homônimo e autobiográfico da escritora Elizabeth Gilbert, que narra sua própria crise existencial quando ela se aproximava dos trinta anos e tinha tudo o que qualquer mulher poderia querer: um marido apaixonado, uma casa espaçosa que acabara de comprar, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso. Mas em vez de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico. Esta crise existencial, agravada pelo divórcio e um novo amor fracassado, a impulsiona a uma busca por Deus e de um sentido para sua vida; então, ela decide deixar tudo para trás (seus bens e sua carreira de sucesso) e embarca numa peregrinação pela Itália, Índia e Indonésia. Em Roma, estuda gastronomia, aprende a falar italiano e engorda os onze quilos mais felizes de sua vida. Na Índia dedicou-se à exploração espiritual e, com a ajuda de uma guru indiana e de um caubói texano surpreendentemente sábio, viajou durante quatro meses. Já em Bali (indonésia), exercitou o equilíbrio entre o prazer mundano e a transcendência divina. Tornou-se discípula de um velho xamã, e encontra o amor de um homem.

Comentário

A solução concebida por Elizabeth (a personagem real) para encontrar a Deus foi o aprendizado do hinduísmo. Tendo nascido e crescido nos Estados Unidos (nação gerada pelo ideal e cosmovisão do cristianismo protestante), Gilbert reproduz o sentimento predominante em uma grande parcela da sociedade americana e da Europa ocidental (particularmente entre pessoas de classe média-alta e intelectuais), o de que essencialmente o Cristianismo (que quase todos ocidentais pensam está dividido entre católicos-romanos e protestantes) não tem solução e respostas para as crises existenciais mais profundas, pois intuem que suas igrejas nada mais têm a oferecer do que moralidade, pragmatismo e utilitarismo.
O interesse da sociedade ocidental pela sabedoria indiana teve início nos anos 60 com o surgimento do movimento hippie nos Estados Unidos, o qual buscava construir uma sociedade alternativa àquela que eles estavam vivendo: uma sociedade capitalista, desigual, de moral hipócrita e dita cristã. Este vazio espiritual do Ocidente logo atraiu muitos gurus do Oriente, os quais fizeram muitas peregrinações para a América e até mesmo lá estabelecendo residência e seus centros de espiritualidade, preferencialmente na Califórnia. Em 1968 esta busca pela espiritualidade hindu ganharia um grande impulso no Ocidente a partir da viagem dos Beatles a Índia em busca de auto-conhecimento e paz interior, influenciados pelas palestras proferidas na Inglaterra pelo guru Maharishi Maheshi Yogi, falecido no ano 2008. Os jovens da época facilmente intuíram que a espiritualidade não poderia ser reduzida a cultura cristã como ela se lhes era apresentada: um conformismo social à moral e bons costumes das classes burguesas, mas ao chegarem à Índia também descobririam que ela era muito mais do que um modismo ou apenas um discurso alternativo moldado pelas conveniências pessoais ou de grupo.
A quase totalidade dos cristãos do Ocidente ignora o Oriente Cristão, e isto inclui, inclusive, muitos clérigos da Igreja Católica Romana e, principalmente, os Pastores Protestantes. Para a maioria dos ocidentais o Cristianismo subsiste em duas facções básicas: a Igreja Católica Romana (que pensam ser a igreja original) e as Igrejas derivadas da Reforma Protestante. Apartados por força de circunstâncias complexas de seus pais orientais, tornaram-se órfãos e se deixaram adotar por famílias estranhas, tais como o paganismo travestido de fé cristã, do humanismo renascentista, da racionalidade da modernidade e do iluminismo, bem como do pragmatismo e consumismo da pós-modernidade.
Estes seus pais adotivos puderam lhes proporcionar muitas coisas: conforto, riqueza, poder, luxo e glórias humanas, mas, não puderam alimentar suas almas e saciar sua fome e sede de Deus. Por isto viajam para a Índia e buscam conhecimentos esotéricos, pensando que lá encontrarão o alimento que os saciem, alienados dos grandes Tesouros espirituais da Tradição Apostólica. Estes cristãos ignoram por completo a sabedoria e as terapias espirituais dos Padres do Deserto (iniciada no séc. III nos desertos do Egito, Sinai e Síria); desconhecem totalmente o Hesicasmo (tradição monástica da qual as tradições hindus muito se assemelham) e jamais degustaram as riquezas dos ensinamentos da Filokalia (uma espécie de ontologia dos escritos monásticos) e da piedade pragmática contida nos ensinos dos Relatos de Um Peregrino Russo (obra produzida pela piedade popular da Fé Ortodoxa na Rússia) e, andam trôpegos e fracassados na vida de oração, sem disciplina pessoal por desconhecerem a ascese cristã e as riquezas do método denominado Oração de Jesus ou Oração do Coração e seus notáveis benefícios espirituais e pressupostos teológicos.
Assim, separados e ignorantes de suas raízes espirituais, os cristãos ocidentais se privam da seiva espiritual que nutre a vida da Igreja. Deus plantou a Árvore da Vida em Jerusalém (o Senhor crucificado e ressurreto) que espalhou os seus doze ramos (os Apóstolos) por todos os povos para a cura das nações (João 15; Ap. 22:2).
Pe. Mateus (Antonio Eça)
Recomendamos aos leitores desta postagem as leituras das postagens abaixo:


segunda-feira, 7 de março de 2011

Teologia Relacional - Cartas Debate Ricardo Gondim e Eros Pasquini


Rev. Augusto Nicodemus Lopes
 Talvez o Crer Também é Pensar esteja chegando atrasado nesse debate. Mas estou percebendo que agora é que esse assunto está saindo do meio acadêmico e indo para o meio da IGREJA . Então vejo que devo me envolver um pouco no assunto, pois nunca tive a pretensão de polemizar com ninguém gratuitamente. Só o faço agora por que acho que muitas pessoas podem se confundir com esse "negócio" doido. Estou me inteirando do assunto, adquirindo livros que tratam do tema e lendo tudo que é publicado na rede.
Como sempre deixei claro, esse blog é aberto a pessoas de qualquer confissão religiosa e todos podem participar do debate, porém nunca escondi de ninguém que sou cristão evangélico e continuo crendo nos postulados de minha fé. Quero ainda dizer que sempre admirei os dois maiores envolvidos nessa polêmica, os pastores Ricardo Gondim e Augusto Nicodemus Lopes. É incrível, mas fui influenciado pelos dois na minha caminhada cristã. Esse último é teólogo ligado a minha denominação de origem, Igreja Presbiteriana do Brasil, e aquele representa (ainda que de modo diferenciado) minha denominação atual, Assembleia de Deus.
Um primeiro olhar sobre o assunto pode nos induzir ao erro de taxar o debate a simples querela de calvinista versus arminiano, mas isso é um engano. O Dr. Augusto Nicodemus salienta esse ponto quando afirma que o assunto deve ser entendido, não como uma discussão entre calvinistas e arminianos, mas destes dois contra a teologia relacional. Vários líderes calvinistas e arminianos no âmbito mundial têm considerado esta visão da teologia relacional como alheia ao cristianismo” (Teologia Relacional, um novo deus no mercado http://www.monergismo.com/textos/presciencia/augustus_teologia_relacional.htm).
Percebo, é claro, apesar dessa sábia analise do Dr. Augusto, que o posicionamento teológico relacional é muito mais suscetível de surgir (e muito mais confortavelmente adequado)  em uma cosmovisão arminiana, do que em uma uma calvinista. Acredito que é muito mais fácil para um arminiano abraçar o conceito e o continuar sendo do que um calvinista o fazer sem o deixar de ser.

Bem, após essa introdução gostaria de iniciar com uma carta aberta do Pastor Eros Pasquini, publicada no site Monergismo que contém um texto do Pastor Ricardo Gondim, e as subseqüentes réplicas e tréplicas. Comentários serão bem vindos.

Na Paz de Cristo,
Guilherme Parizio
Pastor Ricardo Gondim

Tsunami: Carta Aberta a Ricardo Gondim

Publicado em 20 de março de 2009 – 13:57
por Pr. Eros Pasquini
A “carta aberta” abaixo foi escrita pelo Pr. Eros Pasquini em virtude de um artigo do Pr. Ricardo Gondim (“Quem Deus ouviu primeiro”), disponível no site do mesmo, no qual ele defende a heresia do “Open Theism” [Teísmo Aberto], fazendo declarações absurdas e blasfemas a respeito de Deus.
Para ajudar o leitor, postaremos os textos na seguinte ordem:
1 – Texto do Pr. Gondim – “Quem Deus ouviu primeiro”;
2 – “Carta aberta” do Pr. Eros Pasquini;
3 – Réplica do Pr. Gondim;
4 – Tréplica do Pr. Eros Pasquini;
Nos textos do Pr. Eros, deixaremos as citações do Gondim, às quais ele faz referência, em azul, para facilitar a leitura.

1 – Texto do Pr. Ricardo Gondim:

O texto abaixo foi retirado do site do Pr. Ricardo Gondim, mas não se encontra mais disponível.
Quem Deus ouviu primeiro?
Ricardo Gondim
No domingo, 26 de dezembro, cantamos Noite Feliz, Noite de Paz. A igreja lotada com cerca de duas mil pessoas, se comovia com o coral de homens e mulheres sorridentes, vestidos de batas prateadas. Celebramos uma autêntica noite de paz. Um holofote de luz azulada se refletia nas roupas colorindo todo o ambiente de uma penumbra bucólica. Apesar do verão em nosso hemisfério, um frio tímido e gostoso nos envolvia, dando a falsa impressão de um natal europeu. Em pé, cantamos que Deus é supremo e afirmamos, de olhos úmidos, que não há outro além do Senhor.
Naquele mesmo momento, na Ásia, os primeiros raios da madrugada da segunda-feira, dia 27, iluminavam o rosto inchado de crianças boiando em charcos de lama. O domingo terminara sem nenhum coral perfilado e sem cultos em nenhuma igreja. Só ressoavam gritos de mulheres, milhares delas, que mesmo acostumadas à miséria, nunca aprenderam a aceitar a morte. Na Índia, Sri Lanka, Tailândia, Indonésia, não houve noite de paz e ninguém “dormiu em derredor”.
Deus ouvia quem? Nosso culto intimista ou o caos asiático? Ele conseguia se manter atento à nossa gratidão pela mesa farta que devoramos dois dias antes, ou se curvava ao clamor dos órfãos do tsunami? Deus percebeu nossos olhos comovidos pelo presépio improvisado por nossos filhos ou atentava ao choro da viúva solitária? Será que o Senhor considerou ridículo o sermão do pastor que naquele momento prometia, um ano novo de prosperidade e que o Todo Poderoso cumpriria os desejos de um auditório egocêntrico? Será que Deus pode ser tão perfeito que consiga separar tão perfeitamente momentos simultâneos?
Não consigo dormir faz três dias. Permaneço em estado de choque pelo que vi. Não esqueço aquela cena das pessoas num ponto de ônibus, agarradas umas às outras, gritando desesperadas por um socorro que não veio. Chorei quando a televisão mostrou o desespero de um pai desmaiado por haver presenciado o resgate do corpo de seu filho de um monturo de lixo. Não me considero um exemplo de sensibilidade, e nem minha empatia pela sorte dos desvalidos serve de modelo para a humanidade. Se eu que sou mau, não consigo continuar impassível diante de cenas tão chocantes, Deus conseguiria?
Admito que esses meus questionamentos não ajudam a dar respostas sobre uma teodicéia convincente. Sei o que os filósofos e teólogos perguntam: “Se Deus é onipotente e bom, como pôde acontecer tamanha tragédia? Se Ele é onipotente e nada fez, resta-nos pensar que não é bom. Se é bom e não tomou nenhuma iniciativa, temos que deduzir que não é onipotente”.
Alguns respondem que na sua providência eterna, Ele sabe o que faz e que seus “atos divinos” não podem ser argüidos por nós, meros vasos de desonra; Deus dá vida e mata quem quiser. Confesso que já tentei, mas cheguei à conclusão que não há nenhuma força persuasiva no universo que me convença desses argumentos. Não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima. Outros argumentam que Deus não pode ser responsabilizado por um holocausto, pelos simples fato de que não foi Ele quem colocou as pessoas pobres naquela situação de extrema miséria. Esses afirmam que embora Deus já soubesse todos os desdobramentos do terremoto, não fez nada, porque queria manifestar sua glória a um mundo rebelde. Será que a glória de Deus custa tão caro? Meu coração continua insatisfeito.
Acredito que diante duma tragédia dessa magnitude precisamos repensar alguns conceitos teológicos. Por exemplo: o que significa a palavra Soberania; o que se entende por Onipotência? Conceitos como esses significam o quê dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas? Será que não estamos insistindo em ler as Escrituras com as mesmas lentes dos medievais? Não projetamos para a Divindade as mesmas idéias que eles nutriam sobre seus reis déspotas?
Estou convencido que a teologia clássica não responde mais às indagações que nascem diante de eventos fortuitos que matam indiscriminadamente; sequer consegue lidar com a aleatoriedade quântica ou com os movimentos despropositais da natureza. Sinto que a mensagem evangélica utilitária e geradora de sentimentos ensimesmados, perdeu seu sentido, mesmo tendo dominado o cristianismo ocidental por séculos.
Admito que não há respostas fáceis. Eu não saberia como consolar os parentes das mais de sessenta mil pessoas mortas – um terço eram crianças. Porém, estou certo que precisamos rever os alicerces em que montávamos nosso edifício teológico.
Hoje sei que Deus não nos criou com o intuito de micro gerenciar todos os nossos atos. Ele não queria que formássemos sistemas religiosos em que O responsabilizaríamos por triunfos e tragédias humanas. Precisamos tomar cuidado quando afirmamos: Deus é amor! O que essa frase significa em relação à Sua ausência misteriosa? Quais as últimas implicações do Seu desejo de se relacionar com a humanidade? A não-onipotência de Jesus Cristo é semelhante à não-onipotência de Jeová?
Só uma réstia da revelação brilha em minha alma: o Deus da Bíblia soberanamente criou o universo, mas ao formar mulheres e homens, abriu mão de sua Soberania para estabelecer relacionamentos verdadeiros. Ele não se despojou de sua natureza onipotente, que por definição não podia fazer, mas se esvaziou de suas prerrogativas divinas – evidenciadas em Jesus Cristo.
Não, Ele não pôde evitar a catástrofe asiática. Assim, sinto que a morte de milhares de pessoas, machucou infinitamente mais o coração de Deus do que o meu – o sofrimento é proporcional ao amor. O pouco que conheço sobre Deus e sobre seu caráter me indica que há muitas lágrimas no céu.
Mas Deus podia e pode se fazer presente no meio da tragédia. Ele podia ter evitado muitas mortes, se déssemos ouvidos aos seus princípios e verdades e a humanidade usasse o dinheiro gasto em armas e bombas para viver num mundo mais justo. Bastava que um sistema de alarme, construído pelos homens, tivesse soado e muitas vidas teriam sido poupadas. Agora, o rosto de Deus se evidenciará nos pés e nas mãos de cada voluntário que acudir aos que choram.
Continuo perplexo diante de tudo o que nos sobreveio e sem todas repostas, mas espero que minhas intuições estejam me conduzindo no rumo certo.
Soli Deo Gloria
Pastor Eros Pasquini

2 -”Carta Aberta” do Pr. Eros Pasquini:

Gondim me assusta! Em lugar de ser um “ministro da reconciliação”, num momento crítico da humanidade, ele se constitui num “ministro da tragédia”, alguém que, em lugar de aproveitar a oportunidade para firmar nossa convicção no Deus da Bíblia, parece se fascinar em semear dúvida… como se Deus estivesse perdendo Sua soberania, Sua onipotência, onipresença, etc.!
Você gostaria de passar a eternidade com o Deus que Gondim descreve? Eu não!!
“[Deus] não pode evitar a catástrofe asiática”…
“…o Deus da Bíblia soberanamente criou o universo, mas ao formar mulheres e homens, abriu mão de sua Soberania para estabelecer relacionamentos verdadeiros”…
Desde quando um Deus Soberano é um Deus a Quem nós possamos “entender”, “explicar Seus atos”, exceto naquilo que Ele mesmo se dignou, por graça e misericórdia, nos revelar através da Bíblia e de Jesus?
“Não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima”. A Bíblia de Gondim deve estar desprovida de Romanos 9.13-24! …terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão… a Escritura diz ao faraó: “Eu o levantei exatamente com este propósito: mostrar em você o meu poder, e para que o meu nome seja proclamado em toda terra”… Quem é você, ó homem, para questionar a Deus?
“Não aceito que Deus… Quem é você, ó Gondim, para questionar a Deus? Desde quando Deus nos deve satisfação do que faz? Não é o recado claro que Deus dá a Jó (38-41)? À luz das declarações de Gondim, como ficam versículos como Jó 42.2: Sei que podes fazer todas as coisas; nenhum dos teus planos pode ser frustrado?
É claro que eu, também, como você e como Gondim, venho assistindo a tudo, perplexo, com lágrimas nos olhos, coração inquieto, inevitavelmente recorrendo à pergunta humana e natural “por quê?”, por vezes, principalmente pelos milhares que morreram sem Cristo, e pensando em tantos de nossos irmãos que perderam tudo que possuíam e também seus queridos (os irmãos que morreram, apesar do modo, estão com Cristo!) e estão lutando, em seus corações com conceitos como Soberania, Bondade, Amor de Deus, etc. Essa luta todos temos (os da Ásia, é claro, em grau além do que possamos imaginar). Mas Deus nos deu Sua Palavra – livros como Jó, situações como a de Oséias (ordenado por Deus a casar-se com uma mulher adúltera), como a de Ezequiel [livro de inconfundível relatar da Soberania de Deus em ação, onde Deus tem a liberdade de condenar, estando igualmente livre para ser misericordioso], onde o profeta é informado pelo SENHOR que perderá a mulher e é proibido de chorar a perda (24.15-18) para poder comunicar uma mensagem clara de Deus ao povo impenitente… a Bíblia de Gondim não tem esses textos? Pior que tem…
“A não-onipotência de Jesus Cristo é semelhante à não-onipotência de Jeová?” Quando Gondim solta uma pergunta assim, ele está revelando ignorância de um “pilar” da Cristologia – a unidade hipostática (união em uma única Pessoa, das naturezas humana e divina), querendo atribuir a Deus Pai uma humanidade que não possui, ou ele está querendo minar intencionalmente a confiança das pessoas no Deus que é:
o Espírito
o Vida
o Perfeito
o Único
o Eterno
o Santo
o Transcendente
o Auto-suficiente
o Infinito
o Imutável
o Onipotente
o Onipresente
o Onisciente
o Soberano
o Fiel
o Amor
o Luz
o Verdade
o Bom
o Sábio
o Justo
o Misericordioso
o Gracioso
o Irado (contra o pecado e os ímpios)
o Perdoador
o Paciente
o Reto
o …?
“Acredito que diante duma tragédia dessa magnitude precisamos repensar alguns conceitos teológicos…. [como Soberania, Onipotência]… dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas”. Essa é MUITO inquietante! Gondim certamente já leu a respeito de uma tragédia ligeiramente maior, chamada Dilúvio, provocada por Deus para julgar a malignidade humana, ou ele acha que isso é mito? Quantos morreram naquela “tragédia”? Com certeza, mais que 155,000!
“Diante duma tragédia dessa magnitude”, ele diz, sugerindo, nas entrelinhas, que sofremos mais hoje em dia. Vejo isso como um egocentrismo simplório, como se o mundo jamais tivesse experimentado outras catástrofes: o que dizer do terremoto de Shansi, China, que em 1556 matou 830,000 pessoas? Da inundação de 1887 na mesma China, que ceifou a vida de 1 milhão de pessoas? Do ciclone que em 1997 matou 300,000 no Paquistão e Bangladesh?
Até quando vamos nos calar diante de líderes cuja cosmovisão passa primeiro pelo filtro da mente humana, interpretando a História com base no raciocínio, na observação, na experiência e na sabedoria humanos, fazendo das ciências sociais o parâmetro, forçando a Bíblia – a auto-revelação inerrante e suficiente do Deus Soberano, Criador e Sustentador dos céus e da terra e nosso Salvador/Senhor – a ter que se encaixar com o que o homem, no auge de sua arrogância, pensa? 1 Coríntios 1.18-2.5 trata disso!
” …espero que minhas intuições estejam me conduzindo no rumo certo”, diz Gondim. A Bíblia responde: O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença incurável. Quem é capaz de compreendê-lo? (Jr 17.9). Ouve quem quer!
Será que vamos assistir a esse “sutil (embora nem tanto)” ressurgimento pós-moderno da neo-ortodoxia (misturada com deísmo), calados? Infelizmente, há bastante gente em nossas igrejas que está lendo e ouvindo homens que têm esse tipo de convicção. Há líderes que estão preferindo dar ouvidos a discursos como esse a “mergulhar nas Escrituras” à busca de respostas… dá menos trabalho! Esse tipo de interpretação da História está brotando em muitos seminários outrora sérios para com a Palavra de Deus e está gerando “líderes” que têm esse discurso de um deus impotente, de um dualismo que mais parece um Luke Skywalker sendo cada dias mais vencido por Darth Vader.
Solução? Judas 3, caríssimos! precisamos batalhar pela fé de uma vez por todas confiada aos santos!
Estamos vivendo dias na igreja brasileira que se chama pelo nome de Jesus Cristo em que precisamos atentar, mais do que nunca, criteriosamente à exortação de Paulo: Pregue a Palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. (2 Tm 4.2-4).
Maranata!
Eros Pasquini

3 – Réplica do Pr. Ricardo Gondim à “Carta Aberta” acima:

Eros,
Recebi, consternado e triste, sua reação ao meu texto. Não por sua discordância, já que nenhum de nós fala “ex-catedra” sobre qualquer assunto. Porém, não estou acostumado a tanta virulência. Aliás, a essa altura de minha vida o que menos quero é vivenciar hostilidades, de qualquer espécie. Para mim, seria mais importante tê-lo como meu irmão do que um parceiro que simpatiza com minha teologia.
Ficou bastante claro que não concordamos em vários posicionamentos teológicos, mas infelizmente, não há mais clima relacional para debatermos os nossos conteúdos. Minha percepção é que você não se preocupou comigo como um irmão, mas se apressou em me rotular e me tratar como herege, que, “no auge de sua arrogância”, semeia pensamentos vãos. Fico triste que no debate de idéias, para consolidar os pontos de vista, firamos as pessoas com frases do tipo:”Gondim me assusta”; “Ele se constitui num ‘ministro da tragédia’”, “Você gostaria de passar a eternidade com o Deus que Gondim descreve?”.
Lamento que minhas inquietações tenham gerado tanta indignação em sua alma. Não, não estou querendo “minar intencionalmente a confiança das pessoas no Deus que é”. Talvez, antes de fazer uma declaração dessas, com forte conteúdo de juízo, você devesse passar algum tempo comigo para saber por onde caminha meu coração, minhas lágrimas pessoais, minhas dúvidas.
Sabe Eros? Você está corretíssimo em sua teologia, quem sou eu para negar os textos citados? Continue um paladino da ortodoxia. Defenda a fé. Confesso que não sou tão inabalável; assim, me recolho com minhas dores, procurando, na comunidade onde pastoreio, transformar meu “egocentrismo simplório”, em expressões concretas de compaixão.
Ricardo Gondim

4 -Tréplica do Pr. Eros Pasqnini:

Gondim,
Passei o dia fora, ontem, e só li seu e-mail há pouco.
Se a situação fosse inversa, eu também ficaria “consternado e triste”. Entretanto, sendo “profeta” como você também o é, a forma como você manifestou suas “lágrimas pessoais, por onde anda [seu] coração” – ou seja, publicamente - passou um recado claro: ele quer ser conhecido como quem pensa assim; e frases como “não há nenhuma força persuasiva no universo que me convença desses argumentos [que Deus age sem dar satisfação a nós]… não aceito que Deus, para alcançar seu propósito, produza um sofrimento brutal em tanta gente miserável, que não pediu para nascer na beira de uma praia paupérrima… apontam para o fato de que você aparentemente já se fechou para o que a própria Bíblia diz a esse respeito… não são bem as minhas declarações que tem “forte conteúdo de juízo”… suas declarações falam por si só: Conceitos como esses [Soberania, Onipotência) significam o quê dentro dos paradigmas das ciências sociais pós-modernas? Você mudou de cosmovisão – abandonou sua confiança na suficiência das Escrituras para colocar os paradigmas das ciências sociais pós-modernas como parâmetro para se enxergar a Deus. E quando você acrescenta: Será que não estamos insistindo em ler as Escrituras com as mesmas lentes dos medievais?, são minhas declarações que tem “forte conteúdo de juízo”, ou você não está dizendo que quem mantém sua confiança na literalidade da Palavra de Deus é retrógrado?
Se você tivesse, digamos, desafiado pessoas que vivem da Palavra, pregam a Palavra, para uma reflexão fechada, séria, de coração aberto – tipo criar um e-group só para isso – com o nome de todos citado no “Para, Cc”, eu veria isso com olhos de quem se lembra que, de vez em quando, minha cabeça também pira, e só a mulher com quem, pela graça de Deus, estou casado há quase 32 anos conhece boa parte dessas “minhas inquietações”… aí, alguns (poucos) amigos bem chegados conhecem uma parte menor dessas “minhas inquietações”… até que através da ajuda de um ou vários deles, ou de uma boa leitura de conteúdo bíblico, de uma pregação bíblica, ou através de meu próprio tempo na Palavra e oração… Deus se mostra novamente Soberano, Gracioso, Misericordioso, etc. Aí as “minhas inquietações” provam ser fruto de um homem que, conhecedor da Palavra (como você, também, o é), conhecedor de tantas bênçãos (como você, também, o é), por um descuido, tirou os olhos de Jesus. Não foi a única vez que esse “tirar os olhos de Jesus” aconteceu, mas a que mais me marcou foi quando esbravejei com Deus (punho cerrado) quando soube que meu pai estava com câncer e tinha dias contados. Não recomendo isso para ninguém, e sei que Deus não é glorificado quando temos esse tipo de atitude… mas Deus é tão gracioso e misericordioso que usou aquele momento (são passados 28 anos) para que a Soberania Dele deixasse de ser um conceito de sala de aula, guardado no intelecto, e passasse a ser “massa do meu sangue” – algo bem presente no meu coração. Deus me encheu de tanta paz e convicção que no culto de sepultamento do papai, meu texto foi: Os passos do homem são dirigidos pelo Senhor; como, pois, poderá o homem entender o seu caminho? Pv 20.24.
Mas do jeito que você fez – publicamente – foi mais que “sua inquietação” … mesmo que não tenha sido sua intenção, acabou sendo “sua ‘pregação’ “! Gondim, você sabe que tem um público (grande) te ouvindo… certamente muitos que nunca passaram sequer por uma Escola Dominical, um grupo de estudo bíblico, etc. … lançar para esse tipo de público “suas inquietações”, você me deixou alguma outra alternativa?
Entretanto, acreditando na sinceridade* de suas declarações abaixo, dando-lhe, portanto, o benefício da dúvida, e isso aliado ao acima exposto, talvez eu tenha deixado de lado uma provável alternativa… ao dizer o que você disse, da forma que disse, e para quem disse… você agiu, espiritualmente falando, com irresponsabilidade (precipitação), em lugar de ter intenção errada. E se esse for o caso, o tempo dirá, e eu serei o primeiro a reconhecer que errei na minha análise.
Encerro pedindo que você leia o artigo anexo: vem de um obreiro da HCF -Hospital Christian Fellowship, no Sri Lanka, que ao contrário de nós dois, está vivendo na pele o drama que nós só vimos à distância. Quando li, fiquei envergonhado de chegar a “pirar” por motivos tão menores, comparativamente insignificantes. Espero que faça bem ao teu coração*.
Eros

-O Anexo:

Tradução da carta disponível na internet (sem revisão)
Disseram-me: Os restantes, que não foram levados para o exílio e se acham lá na província, estão em grande miséria e desprezo; os muros de Jerusalém estão derribados, e as suas portas queimadas a fogo. Tendo eu ouvido estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus”.
Neemias 1: 3 e 4
Saudações no nome de Jesus.
Deus é Bom! Deus é Gracioso! Deus é Generoso! Deus é Ótimo!
Obrigado
Muito obrigado por todas as expressões de amor e preocupação e cuidado para conosco e com todas as nações que foram atingidas pelas ondas do maremoto. O que uma devastação tem causado! Obrigado também por toda a ajuda prática enviada. Por favor, nos perdoe pela demora em responder. Eu estava em Batticaloa, uma das piores áreas atingidas, executando apoio médico.
Essa manhã, enquanto lia as muitas cartas que recebemos, chorei. Elas me tocaram profundamente. OBRIGADO! O amor e orações de vocês curaram meu enfraquecimento e meus sentimentos internos.
Colegas do Hospital Christian Fellowship
Alguns de vocês perguntaram sobre nossas colegas. Sim, alguns de nossos caros amigos perderam alguns de seus queridos. Uma doutora perdeu sete de sua família, incluindo os pais. Outro perdeu cinco membros de sua família. Muitos crentes também morreram. Um pastor, enquanto ajudava as pessoas mais velhas de sua igreja, perdeu a esposa e dois filhos. Deus está os confortando. Muitas crianças também morreram. Há muitos outros bastante afetados.
Situação
Estamos muito preocupados com a terrível destruição da Sumatra, Índia, Andaman, Myanmar, Tailândia, Malásia, Maldivas e outros lugares. Aqui no Sri Lanka, o número de mortos continua crescendo. É maior do que ouvimos ou esperamos. Muitos estão desaparecidos e corpos continuam a serem descobertos.
Há 750 centros de refugiados e muitos estão desabrigados. Os auxílios terão que ser bem coordenado a curto e longo prazo. Levará muito tempo para escrever as histórias de destruição de vidas e casas, etc. e também as surpreendentes histórias de sobreviventes. Deus estava bem presente em todas elas apesar do horror.
As pessoas ainda estão meio estupefatas e chocadas. Há luto e lágrimas e um senso de desesperança e choque. A Igreja no Sri Lanka está realmente agindo com compaixão e cuidado.
Auxílio
Estamos envolvidos com o auxílio médico e trabalhando na coordenação com a Aliança Evangélica Nacional do Sri Lanka (afiliada a WEF). Foi muito tocante ministrar a centenas de refugiados e também ministrar ao Corpo de Cristo nessas áreas. Pudemos ver como a palavra de Deus causou tanto impacto e os animou. É muito difícil saber como coordenar, apesar disso Deus está ajudando.
Obrigado de novo pela vontade de muitos de virem aqui. Hoje o governo disse que há médicos estrangeiros o suficiente e que equipes médicas terão que ser registradas. Ainda procuramos clareza nisso. Ainda acreditamos que há uma enorme necessidade, mas é preciso sabedoria para coordenar isso através de centros baseados nas igrejas.
Promessas
Em meio a tudo isso Deus está dando promessas para o futuro. Na noite do dia 31 eu estava pensando que era provavelmente a primeira vez em 40 estanhos anos que eu não ia a um culto de véspera de ano novo. Mesmo assim vieram esses pensamentos:
2005 – Um ano do favor do Senhor.
a) 1 hora de maremotos que causou destruição. “Senhor, que esse ano seja cheio com ondas após ondas da graça de Deus e Sua amorosa bondade”.
b) Um severo terremoto – “Senhor, mande um terremoto espiritual às nações, um verdadeiro avivamento espiritual”.
c) Morte e destruição – “Senhor, nos mande vida em abundância”.
d) Tristeza e luto – “Senhor, nos dê um ano de alegria. Oh! Por um ano do favor do Senhor”.
Também estamos alertas sobre a segunda vinda de Cristo. Como repentinamente as coisas acontecem, devemos falar mais sobre a sua segunda vinda e vida com valores eternos em mente. Ele já está voltando!
Jeová Jireh
Deus observará isso!
Deus será visto!
Deus tornará isso claro!
Não agora, mas nos dias futuros, algum dia, de alguma maneira, iremos entender.
Em nossa viagem para o Oriente, eu fui secretamente e surpreendentemente tocado por como Deus provê. De pessoas a veículos, a acomodações, a remédios, a refeições, a aberturas, a finanças. Foi simplesmente muito, muito precioso.
Sim, Ele é Jeová Jireh! E Ele tem dado a maior provisão para a maior necessidade de todas, JESUS!
Também, enquanto ministramos àqueles que estavam de luto, os seguintes pensamentos vieram à minha mente.
Jesus é o Homem de dores – Então Ele pode confortar os feridos.
Jesus morreu e conquistou a morte – Então Ele pode nos fortalecer em face à morte e remover o medo dela.
Ele é a Luz – Então Ele pode iluminar a nossa escuridão.
Ele é o Deus da Aliança. Êxodo 34 : 5 e 6 – Ele julga o pecado até a terceira e quarta geração. Mas sua misericórdia é 250 vezes mais, a mil gerações.
Também para as crianças que morreram e foram arrastadas, o Senhor irá levantar uma jovem, santa geração, os nazireus.
Aquele que não poupou a seu próprio filho, antes por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?“.Romanos 8:32
Ore por sabedoria para saber como coordenar as coisas aqui com respeito ao trabalho médico.
Obrigado de novo por toda essa expressão de amor, preocupação e ajuda.
Com muito amor,
Arul & Ranji & Família da HCF